sábado, 24 de abril de 2021

Vasos para honra - 04 -Jaulas e maldições



Capítulo 4

Jaulas e Maldições


            Trim... Trim... Trim... Rebecca tateava no escuro quarto do hotel, à procura do telefone. Trim...
            - Estou indo, estou indo - dizia ela. Finalmente encontrou o telefone. Do outro lado, escutou a voz de Betty.
            - Desculpe incomodar, mas acho que você deve saber o que está acontecendo.
            - Que horas são? - perguntou Rebecca, procurando o interruptor de luz.
            - Bem, aqui são dez horas - foi a resposta de Betty. Rebecca acendeu a luz e olhou para o seu relógio de pulso.
            - Opa!, aqui já é uma hora da madrugada. O que está acontecendo?
            Rebecca e Elaine estavam na parte leste dos Estados Unidos, dando palestras. Tinham se deitado havia apenas uma hora, o suficiente para que fosse muito difícil acordar. Ambas estavam exaustas, pois estavam chegando ao fim de uma semana exaustiva de seminários.
            - Ester e eu fomos à sua casa esta noite. Estou muito preocupada com o casal que Sara (não é este o seu nome real) está hospedando lá.
            Rebecca ainda estava um pouco confusa de sono.
            - O que você quer dizer com isso? Sara sabe que quando está cui­dando da casa para nós não deve permitir que ninguém entre em casa sem a nossa a permissão pessoal.
            - Eu sei, mas acho que ela está sendo ludibriada e controlada - explicou Betty. - Ela acha que este casal serve a Jesus Cristo. O ho­mem diz ser um "profeta de deus", mas eu realmente questiono a que deus ele está servindo.
            Rebecca pôs-se sentada, agora bem alerta. O que acabara de escu­tar despertou toda a sua atenção.
            - De onde veio esse sujeito, e há quanto tempo ele já está lá? -perguntou.
            - Bem, não sei exatamente de onde ele veio, mas já está lá há dois dias. Ele e a esposa viajam em um trailler. Parece que Sara os conheceu há uns dois ou três anos. Esse "profeta" diz que foi enviado à sua casa por "deus".
            - Então o que fez ele, que a levou a crer não ser ele um verdadeiro servo de Jesus Cristo? - perguntou Rebecca.
            - Várias coisas. Em primeiro lugar, a esposa dele senta-se no sofá revirando os olhos para cima e para dentro, murmurando algo pareci­do com encantamentos, agitando-se para a frente e para trás cada vez que o marido dela está explicando algo. Tentei duas vezes falar com ela, mas ela não respondeu. Parecia estar em alguma espécie de tran­se. O que mais me chamou a atenção foi quando ele começou a nos contar que havia tido um cachorro, que amava muito. Ele nos disse que "deus" havia lhe dito que ele amava aquele cachorro em demasia. Então teria que sacrificá-lo, tal como Abraão teve que sacrificar Isaque. Ele disse que levou o cachorro para fora, matou-o e sacrificou-o! Ele também nos disse que vê o mundo espiritual o tempo todo. Falou mui­to de ter visto lobisomens. Disse que vê demônios o tempo todo e que vê os lobisomens no plano do espírito. Os cristãos não vêem no mun­do espiritual o tempo todo dessa forma. Eu nunca consegui obter uma declaração dele a respeito de a quem ele serve. Ele sempre se esqui­vou de minhas perguntas dizendo ser "um profeta de deus".
            - Oh, não! - Rebecca lamentou. - Sara não achou isso bastante estranho? Especialmente essa história de sacrificar o cachorro?!
            - Não; é aí que reside o problema - foi a resposta cautelosa de Betty. - Eu não ficaria surpresa se ela nem mesmo o tenha escutado dizer isso. Ela parece estar totalmente controlada por aquele sujeito. Ela pensa que tudo o que ele diz é maravilhoso. Eles intercalam um "glória a Deus", e um "aleluia" a cada coisa que dizem. Mas posso afirmar a você que há uma opressão demoníaca terrível em sua casa.
            - O que está acontecendo?"- perguntou Elaine, que agora havia se despertado também. Rebecca contou-lhe rapidamente o que Betty lhe havia dito.
            - Bem, nós sabemos que Sara é uma verdadeira serva de Jesus Cristo -comentou Elaine.- Esse tal "profeta" deve tê-la posto numa jaula.
            - Opa!, espere um minuto, que negócio é esse de "pôr numa jaula"? - perguntou Rebecca. - Você nunca me disse nada sobre isso antes.
            - Eu sei, eu sei, mas eu nunca tinha tido uma razão para pensar nisso antes - disse Elaine.
            Rebecca voltou-se para o telefone, pois Betty estava falando de novo:
            - Jack os conheceu hoje no trabalho, e também não sentiu paz algu­ma com relação a eles. Não conseguiu nem mesmo fazer com que o homem desse alguma declaração sobre a quem ele serve. Ele também disse a Jack que é um "profeta de deus". Jack pensa que ele pode ser servo de Satanás.
            - Isso traz confirmação. Alegro-me de que Jack tenha se encontra­do com esse homem - disse Rebecca pensativamente.
            - Ele também dizia que "deus" dissera a ele para não trabalhar. Isso decerto vai contra 2 Tessalonicenses 3:10 ! - disse Betty.
            - Ester está com você? - perguntou Rebecca.
            - Oh, sim, eu não poderia deixá-la lá, da forma como me sentia com relação a esse sujeito.
            - Ótimo! - disse Rebecca aliviada. - Mantenha-a com você em sua casa até voltarmos. Vou ligar a Sara para dizer-lhe que aquele casal deve sair de casa imediatamente. Nem sei o que vai se passar em nossa casa quando estivermos de volta.
            Rebecca não tinha idéia do que teriam que enfrentar quando voltas­sem para casa!
            Depois de desligar o telefone, Rebecca voltou-se para Elaine.
            - Agora, fale-me mais sobre esse "encantamento de jaulas" que você mencionou.
            - É um encantamento muito poderoso que é usado comumente pe­los servos de Satanás. A pessoa é literalmente colocada numa jaula, espiritualmente, para que não possa ver as ações erradas de alguém, ou para que acredite nas mentiras sobre alguém. É como colocar antolhos mentais em alguém. Sabe daqueles antolhos que se costumavam pôr nos cavalos, de forma que só pudessem ver em uma única direção? É muito comum satanistas usarem isso contra os cristãos, para que os cristãos não possam ver que eles não são servos verdadeiros de Jesus Cristo. Quando alguém está "enjaulado", torna-se fácil para o satanista colocar toda espécie de pensamentos errados na mente dessa pessoa e ela não perceberá que os pensamentos são inconsistentes com a Palavra de Deus. Esta é uma forma pela qual muita doutrina demonía­ca torna-se aceita em igrejas cristãs.
            - Esse parece ser um encantamento muito perigoso... isto é, para os cristãos - disse Rebecca, preocupada. - Como podemos nos prote­ger de sermos aprisionados "numa jaula"?
            - Não tenho certeza - disse Elaine. - Eu apenas aprendi a usar os encantamentos, não como impedi-los. Quando eu estava na feitiçaria, estava sempre alerta com relação a outras pessoas que tentassem influ­enciar-me ou controlar-me. Eu sempre enviava um encantamento de "enjaulamento'' antes, para impedir que eles me aprisionassem numa jaula.
            - Puxa, que confusão! - exclamou Rebecca.
            - De fato era. A minha vida era inteiramente dominada pelo medo. Eu tinha que estar sempre atenta porque muitas pessoas queriam der­rubar-me da minha posição. Não há paz quando se serve a Satanás!
            As duas ficaram sentadas em silêncio por alguns minutos pensando e orando. Finalmente, Rebecca falou:
            - Bem, um encantamento pode ser quebrado em nome de Jesus, mas receio que a pessoa que está aprisionada seja quem deve quebrá-lo. Não há uma forma simples de fazer alguém que já esteja aprisionado reconhecer que precisa quebrar tal encantamento. A pessoa não acreditará que está sob qualquer tipo de influência demoníaca, por estar "enjaulada".
            - Exatamente - disse Elaine. - Mas, quando eu estava na feitiçaria, descobri que não podia aprisionar cristãos que se recusassem a aceitar qualquer coisa ou qualquer pessoa pela aparência, mas que testa­vam tudo por meio da Palavra de Deus. Esses eram os que não confi­avam cegamente em alguém apenas por causa do carisma da pessoa. Creio que posso dizer que eles são como os cidadãos de Beréia, que Paulo tanto elogiou, por examinarem as Escrituras para ver se o que Paulo pregava era verdade. Eu podia facilmente aprisionar numa jaula os que realmente não pensavam por si mesmos e que eram suscetíveis a seguir pessoas com muito carisma.
            - Sim, - concordou Rebecca - este é precisamente um dos maiores problemas na igreja cristã hoje. Muitas pessoas obtêm posições de liderança simplesmente porque têm personalidades muito carismáticas que naturalmente atraem as pessoas. Tenho muitas vezes me pergunta­do o quanto desse assim chamado "carisma" não é na verdade um poder demoníaco. Estou certa de que parte dele é natural, mas eu apostaria que muito disso pode ser demoníaco.
            - Creio que você está absolutamente certa. Um satanista que sabe utilizar bem os seus demônios terá pessoas amontoando-se ao seu redor, pensando que ele é a pessoa mais gentil e bondosa que conhe­cem. É como o mel para as abelhas.
            - Bem, as Escrituras são claras. Satanás sempre agiu por meio do engano e sempre o fará. E assim fazem seus servos. Mas estou muito preocupada. Vou orar regularmente contra quaisquer encantamentos de "enjaulamento" que possam ser enviados contra mim - disse Re­becca, deitando-se novamente.
            Mais dois dias e elas estariam de volta para casa. Rebecca ficou considerando o que elas teriam que enfrentar, quando lá chegassem.
            O "profeta" e sua esposa já tinham ido embora quando Elaine e Rebecca chegaram em casa.  Sara também foi embora logo depois.
            Betty e Ester vieram para o jantar naquela noite. A opressão demoníaca dentro da casa era muito intensa. Rebecca e Elaine estavam exaustas.
            - Não dá! - exclamou Betty quando passou pela porta. - Esta casa está cheia de demônios!
            - Sim, eu sei - disse Rebecca lamentando. - O problema é que estou tão cansada que não tenho forças para examinar toda a casa minuciosamente nesta noite.
            - Planejei passar esta noite com vocês - disse Betty. - Creio que vocês estão precisando de reforços. Começarei percorrendo e ungin­do a casa enquanto vocês terminam de preparar o jantar.
            Ela apanhou o frasco com óleo e começou a ungir a casa.
            - Acho que apenas ungir não vai ser suficiente - disse Ester. - En­quanto eu estava aqui, aquele "profeta" andou por toda parte e ungiu e "abençoou" cada cômodo da casa. Ele também disse que iria andar pela propriedade e "abençoá-la"  também.
            - Oh, não! Ele fez um serviço completo! - queixou-se Rebecca. -Isso significa que vamos ter que purificar todos os lugares onde ele possa ter colocado óleo, para remover as maldições.
            Estava ficando tarde e escurecendo quando elas terminaram o jan­tar. A medida que o sol se punha, a opressão demoníaca começou a aumentar dentro da casa. Todas sentiam-se fracas, doentes e exaus­tas. Decidiram então que teriam que sobreviver àquela noite e que começariam uma grande purificação no dia seguinte, que era um sába­do. Joyce estaria chegando pela manhã para ficar com elas durante o fim de semana. Ela também ajudaria.
            Todas resolveram dormir no chão da sala de estar, para poderem estar juntas no mesmo local durante a noite, já que achavam que have­ria uma batalha. Elas mal tinham começado a adormecer quando Ester se levantou.
            - Olhem - ela apontou com o dedo.
            Rebecca sentou-se. Uma mancha de luz azul veio flutuando através da porta do pátio.
            - Eu repreendo você em nome de Jesus Cristo. Em nome de Jesus eu ordeno que vá embora! Saia de minha casa imediatamente!
            A luz azul extinguiu-se.
            - Dá para ver que esta vai ser uma noite daquelas... - resmungou Rebecca, deitando-se novamente.
            Elas conseguiram dormir por duas horas. Então a luz azul entrou de novo no quarto, acordando primeiro Rebecca, e então as outras. A luz extinguiu-se tão logo Rebecca a repreendeu. O resto da noite passou, mas ninguém dormiu bem.
Joyce chegou na manhã seguinte. Elas sentaram-se para discutir o que deveriam fazer. Betty tomou a palavra.
            - Antes de mais nada, eu gostaria de saber mais sobre esses encan­tamentos de "enjaulamento".
            - Oh, eles são muito comuns na feitiçaria - disse Joyce. - Eles são fáceis de fazer mas difíceis de quebrar. Quero dizer, é difícil reconhe­cer quando você está sendo afligido por um.
            Elaine apanhou uma folha de papel.
            - Aqui, - disse ela- deixe-me mostrar a vocês alguns dos símbolos que vocês devem procurar. Vocês podem encontrar um pedaço de pa­pel com símbolos como estes. [Ver figura 4-1.]



Capítulo 4

Jaulas e Maldições


            Trim... Trim... Trim... Rebecca tateava no escuro quarto do hotel, à procura do telefone. Trim...
            - Estou indo, estou indo - dizia ela. Finalmente encontrou o telefone. Do outro lado, escutou a voz de Betty.
            - Desculpe incomodar, mas acho que você deve saber o que está acontecendo.
            - Que horas são? - perguntou Rebecca, procurando o interruptor de luz.
            - Bem, aqui são dez horas - foi a resposta de Betty. Rebecca acendeu a luz e olhou para o seu relógio de pulso.
            - Opa!, aqui já é uma hora da madrugada. O que está acontecendo?
            Rebecca e Elaine estavam na parte leste dos Estados Unidos, dando palestras. Tinham se deitado havia apenas uma hora, o suficiente para que fosse muito difícil acordar. Ambas estavam exaustas, pois estavam chegando ao fim de uma semana exaustiva de seminários.
            - Ester e eu fomos à sua casa esta noite. Estou muito preocupada com o casal que Sara (não é este o seu nome real) está hospedando lá.
            Rebecca ainda estava um pouco confusa de sono.
            - O que você quer dizer com isso? Sara sabe que quando está cui­dando da casa para nós não deve permitir que ninguém entre em casa sem a nossa a permissão pessoal.
            - Eu sei, mas acho que ela está sendo ludibriada e controlada - explicou Betty. - Ela acha que este casal serve a Jesus Cristo. O ho­mem diz ser um "profeta de deus", mas eu realmente questiono a que deus ele está servindo.
            Rebecca pôs-se sentada, agora bem alerta. O que acabara de escu­tar despertou toda a sua atenção.
            - De onde veio esse sujeito, e há quanto tempo ele já está lá? -perguntou.
            - Bem, não sei exatamente de onde ele veio, mas já está lá há dois dias. Ele e a esposa viajam em um trailler. Parece que Sara os conheceu há uns dois ou três anos. Esse "profeta" diz que foi enviado à sua casa por "deus".
            - Então o que fez ele, que a levou a crer não ser ele um verdadeiro servo de Jesus Cristo? - perguntou Rebecca.
            - Várias coisas. Em primeiro lugar, a esposa dele senta-se no sofá revirando os olhos para cima e para dentro, murmurando algo pareci­do com encantamentos, agitando-se para a frente e para trás cada vez que o marido dela está explicando algo. Tentei duas vezes falar com ela, mas ela não respondeu. Parecia estar em alguma espécie de tran­se. O que mais me chamou a atenção foi quando ele começou a nos contar que havia tido um cachorro, que amava muito. Ele nos disse que "deus" havia lhe dito que ele amava aquele cachorro em demasia. Então teria que sacrificá-lo, tal como Abraão teve que sacrificar Isaque. Ele disse que levou o cachorro para fora, matou-o e sacrificou-o! Ele também nos disse que vê o mundo espiritual o tempo todo. Falou mui­to de ter visto lobisomens. Disse que vê demônios o tempo todo e que vê os lobisomens no plano do espírito. Os cristãos não vêem no mun­do espiritual o tempo todo dessa forma. Eu nunca consegui obter uma declaração dele a respeito de a quem ele serve. Ele sempre se esqui­vou de minhas perguntas dizendo ser "um profeta de deus".
            - Oh, não! - Rebecca lamentou. - Sara não achou isso bastante estranho? Especialmente essa história de sacrificar o cachorro?!
            - Não; é aí que reside o problema - foi a resposta cautelosa de Betty. - Eu não ficaria surpresa se ela nem mesmo o tenha escutado dizer isso. Ela parece estar totalmente controlada por aquele sujeito. Ela pensa que tudo o que ele diz é maravilhoso. Eles intercalam um "glória a Deus", e um "aleluia" a cada coisa que dizem. Mas posso afirmar a você que há uma opressão demoníaca terrível em sua casa.
            - O que está acontecendo?"- perguntou Elaine, que agora havia se despertado também. Rebecca contou-lhe rapidamente o que Betty lhe havia dito.
            - Bem, nós sabemos que Sara é uma verdadeira serva de Jesus Cristo -comentou Elaine.- Esse tal "profeta" deve tê-la posto numa jaula.
            - Opa!, espere um minuto, que negócio é esse de "pôr numa jaula"? - perguntou Rebecca. - Você nunca me disse nada sobre isso antes.
            - Eu sei, eu sei, mas eu nunca tinha tido uma razão para pensar nisso antes - disse Elaine.
            Rebecca voltou-se para o telefone, pois Betty estava falando de novo:
            - Jack os conheceu hoje no trabalho, e também não sentiu paz algu­ma com relação a eles. Não conseguiu nem mesmo fazer com que o homem desse alguma declaração sobre a quem ele serve. Ele também disse a Jack que é um "profeta de deus". Jack pensa que ele pode ser servo de Satanás.
            - Isso traz confirmação. Alegro-me de que Jack tenha se encontra­do com esse homem - disse Rebecca pensativamente.
            - Ele também dizia que "deus" dissera a ele para não trabalhar. Isso decerto vai contra 2 Tessalonicenses 3:10 ! - disse Betty.
            - Ester está com você? - perguntou Rebecca.
            - Oh, sim, eu não poderia deixá-la lá, da forma como me sentia com relação a esse sujeito.
            - Ótimo! - disse Rebecca aliviada. - Mantenha-a com você em sua casa até voltarmos. Vou ligar a Sara para dizer-lhe que aquele casal deve sair de casa imediatamente. Nem sei o que vai se passar em nossa casa quando estivermos de volta.
            Rebecca não tinha idéia do que teriam que enfrentar quando voltas­sem para casa!
            Depois de desligar o telefone, Rebecca voltou-se para Elaine.
            - Agora, fale-me mais sobre esse "encantamento de jaulas" que você mencionou.
            - É um encantamento muito poderoso que é usado comumente pe­los servos de Satanás. A pessoa é literalmente colocada numa jaula, espiritualmente, para que não possa ver as ações erradas de alguém, ou para que acredite nas mentiras sobre alguém. É como colocar antolhos mentais em alguém. Sabe daqueles antolhos que se costumavam pôr nos cavalos, de forma que só pudessem ver em uma única direção? É muito comum satanistas usarem isso contra os cristãos, para que os cristãos não possam ver que eles não são servos verdadeiros de Jesus Cristo. Quando alguém está "enjaulado", torna-se fácil para o satanista colocar toda espécie de pensamentos errados na mente dessa pessoa e ela não perceberá que os pensamentos são inconsistentes com a Palavra de Deus. Esta é uma forma pela qual muita doutrina demonía­ca torna-se aceita em igrejas cristãs.
            - Esse parece ser um encantamento muito perigoso... isto é, para os cristãos - disse Rebecca, preocupada. - Como podemos nos prote­ger de sermos aprisionados "numa jaula"?
            - Não tenho certeza - disse Elaine. - Eu apenas aprendi a usar os encantamentos, não como impedi-los. Quando eu estava na feitiçaria, estava sempre alerta com relação a outras pessoas que tentassem influ­enciar-me ou controlar-me. Eu sempre enviava um encantamento de "enjaulamento'' antes, para impedir que eles me aprisionassem numa jaula.
            - Puxa, que confusão! - exclamou Rebecca.
            - De fato era. A minha vida era inteiramente dominada pelo medo. Eu tinha que estar sempre atenta porque muitas pessoas queriam der­rubar-me da minha posição. Não há paz quando se serve a Satanás!
            As duas ficaram sentadas em silêncio por alguns minutos pensando e orando. Finalmente, Rebecca falou:
            - Bem, um encantamento pode ser quebrado em nome de Jesus, mas receio que a pessoa que está aprisionada seja quem deve quebrá-lo. Não há uma forma simples de fazer alguém que já esteja aprisionado reconhecer que precisa quebrar tal encantamento. A pessoa não acreditará que está sob qualquer tipo de influência demoníaca, por estar "enjaulada".
            - Exatamente - disse Elaine. - Mas, quando eu estava na feitiçaria, descobri que não podia aprisionar cristãos que se recusassem a aceitar qualquer coisa ou qualquer pessoa pela aparência, mas que testa­vam tudo por meio da Palavra de Deus. Esses eram os que não confi­avam cegamente em alguém apenas por causa do carisma da pessoa. Creio que posso dizer que eles são como os cidadãos de Beréia, que Paulo tanto elogiou, por examinarem as Escrituras para ver se o que Paulo pregava era verdade. Eu podia facilmente aprisionar numa jaula os que realmente não pensavam por si mesmos e que eram suscetíveis a seguir pessoas com muito carisma.
            - Sim, - concordou Rebecca - este é precisamente um dos maiores problemas na igreja cristã hoje. Muitas pessoas obtêm posições de liderança simplesmente porque têm personalidades muito carismáticas que naturalmente atraem as pessoas. Tenho muitas vezes me pergunta­do o quanto desse assim chamado "carisma" não é na verdade um poder demoníaco. Estou certa de que parte dele é natural, mas eu apostaria que muito disso pode ser demoníaco.
            - Creio que você está absolutamente certa. Um satanista que sabe utilizar bem os seus demônios terá pessoas amontoando-se ao seu redor, pensando que ele é a pessoa mais gentil e bondosa que conhe­cem. É como o mel para as abelhas.
            - Bem, as Escrituras são claras. Satanás sempre agiu por meio do engano e sempre o fará. E assim fazem seus servos. Mas estou muito preocupada. Vou orar regularmente contra quaisquer encantamentos de "enjaulamento" que possam ser enviados contra mim - disse Re­becca, deitando-se novamente.
            Mais dois dias e elas estariam de volta para casa. Rebecca ficou considerando o que elas teriam que enfrentar, quando lá chegassem.
            O "profeta" e sua esposa já tinham ido embora quando Elaine e Rebecca chegaram em casa.  Sara também foi embora logo depois.
            Betty e Ester vieram para o jantar naquela noite. A opressão demoníaca dentro da casa era muito intensa. Rebecca e Elaine estavam exaustas.
            - Não dá! - exclamou Betty quando passou pela porta. - Esta casa está cheia de demônios!
            - Sim, eu sei - disse Rebecca lamentando. - O problema é que estou tão cansada que não tenho forças para examinar toda a casa minuciosamente nesta noite.
            - Planejei passar esta noite com vocês - disse Betty. - Creio que vocês estão precisando de reforços. Começarei percorrendo e ungin­do a casa enquanto vocês terminam de preparar o jantar.
            Ela apanhou o frasco com óleo e começou a ungir a casa.
            - Acho que apenas ungir não vai ser suficiente - disse Ester. - En­quanto eu estava aqui, aquele "profeta" andou por toda parte e ungiu e "abençoou" cada cômodo da casa. Ele também disse que iria andar pela propriedade e "abençoá-la"  também.
            - Oh, não! Ele fez um serviço completo! - queixou-se Rebecca. -Isso significa que vamos ter que purificar todos os lugares onde ele possa ter colocado óleo, para remover as maldições.
            Estava ficando tarde e escurecendo quando elas terminaram o jan­tar. A medida que o sol se punha, a opressão demoníaca começou a aumentar dentro da casa. Todas sentiam-se fracas, doentes e exaus­tas. Decidiram então que teriam que sobreviver àquela noite e que começariam uma grande purificação no dia seguinte, que era um sába­do. Joyce estaria chegando pela manhã para ficar com elas durante o fim de semana. Ela também ajudaria.
            Todas resolveram dormir no chão da sala de estar, para poderem estar juntas no mesmo local durante a noite, já que achavam que have­ria uma batalha. Elas mal tinham começado a adormecer quando Ester se levantou.
            - Olhem - ela apontou com o dedo.
            Rebecca sentou-se. Uma mancha de luz azul veio flutuando através da porta do pátio.
            - Eu repreendo você em nome de Jesus Cristo. Em nome de Jesus eu ordeno que vá embora! Saia de minha casa imediatamente!
            A luz azul extinguiu-se.
            - Dá para ver que esta vai ser uma noite daquelas... - resmungou Rebecca, deitando-se novamente.
            Elas conseguiram dormir por duas horas. Então a luz azul entrou de novo no quarto, acordando primeiro Rebecca, e então as outras. A luz extinguiu-se tão logo Rebecca a repreendeu. O resto da noite passou, mas ninguém dormiu bem.
Joyce chegou na manhã seguinte. Elas sentaram-se para discutir o que deveriam fazer. Betty tomou a palavra.
            - Antes de mais nada, eu gostaria de saber mais sobre esses encan­tamentos de "enjaulamento".
            - Oh, eles são muito comuns na feitiçaria - disse Joyce. - Eles são fáceis de fazer mas difíceis de quebrar. Quero dizer, é difícil reconhe­cer quando você está sendo afligido por um.
            Elaine apanhou uma folha de papel.
            - Aqui, - disse ela- deixe-me mostrar a vocês alguns dos símbolos que vocês devem procurar. Vocês podem encontrar um pedaço de pa­pel com símbolos como estes. [Ver figura 4-1.]

Figura 4-1 - Símbolos comuns de encantamento de "jaulas".

            - É isso mesmo - Joyce concordou. - Muitas vezes, entretanto, os encantamentos são colocados na propriedade da pessoa. Aposto que poderemos encontrar alguns deles na sua propriedade se procurarmos com suficiente cuidado. Pode ser feito simplesmente com quatro pali­tos, galhos ou gravetos. Eles são colocados no chão assim. Eles pare­cem-se com gravetos que simplesmente caíram naturalmente no chão". [Ver figura 4-2.]

Figura 4-2 -Gravetos utilizados em encantamentos de "jaulas".

Figura 4-3 - Linhas Riscadas

            - Correto! - exclamou Elaine. - No centro do quadrado ou retângulo é colocado algum objeto relacionado com a pessoa, tal como cabelo, ou botão, ou ainda algo tão pequeno como fragmentos que se soltam do tecido de uma roupa. Eles também podem escrever o nome da pessoa ou suas iniciais no chão, em vez de colocar um objeto ali.
            Joyce concordou.
            - O pedaço de papel tem que ser colocado na casa da pessoa ou na sua propriedade para que o encantamento funcione? - perguntou Rebecca.
            - Não - disseram Elaine e Joyce a uma só voz. - Essas são apenas coisas que se pode esperar encontrar. Se forem vistas, então se saberá com certeza que um encantamento desse tipo foi feito.
            - Devemos também procurar linhas riscadas - disse Joyce.
            - O que é isso? - perguntou Rebecca.
            - Para fazer linhas riscadas, é feito um encantamento sobre uma vara que é então usada como uma vara mágica. Ela é arrastada pelo chão, levando-a junto ao corpo. Parece como se estivesse brincando ao acaso com a vara. Mas nos lugares onde a vara toca o chão um risco é traçado.
            Olhando com bastante cuidado, algumas vezes poder-se-á ver uma linha muito fina na terra onde a vara foi arrastada". [Ver figura 4-3].
            - Quando o feiticeiro anda em torno de uma propriedade e coloca linhas riscadas ao redor dela toda, - prosseguiu Joyce - é como se toda a área compreendida se tornasse uma gigantesca jaula. Isso é feito pelo feiticeiro pelas seguintes razões:
            1. Para reclamar o local para si e para Satanás.
            2. Para pôr demônios ao redor de todo o limite da propriedade com o objetivo de guardá-la.
            3. Para colocar demônios especiais que dão acesso à entrada, ou "abridores", como às vezes são chamados, de forma que o satanista possa facilmente chegar à propriedade em projeção astral. Sabe, não é tão fácil assim ir a um lugar determinado quando se está em projeção astral. Assim, deixando demônios específicos nos lugares aonde se quer ir, pode-se simplesmente ir em projeção astral aonde se encon­tram esses demônios.
            4. Colocar sentinelas específicas. Trata-se de demônios vigias. Esses informam ao satanista sobre quem entra na propriedade, ou qual­quer coisa que acontece dentro dela.
            5. E , por último, os demônios colocados ali deverão amarrar e cegar todos os que entrarem na propriedade. Vão aprisioná-los em jau­las, em outras palavras.
            - Entendo - comentou Rebecca. - Nós, cristãos, vamos andar pelo terreno para declará-lo santo ao Senhor, pedindo-lhe que coloque os seus anjos ao redor do mesmo. Os satanistas fazem essencialmente a mesma coisa, só que eles colocam demônios e reivindicam o local pa­ra si mesmos e para Satanás.
            - Sim, é exatamente isso - disse Joyce.
            - Muito bem - disse Rebecca. - A primeira coisa que vamos fazer é examinar cuidadosamente toda a área externa da propriedade, para remover todas as maldições. Quero ter certeza quanto a ter mandado embora todos esses demônios "abridores", para que essa gente não possa entrar em projeção astral em nossa propriedade assim tão facil­mente. Aposto que é por isso que temos tido tantos problemas com espírito humanos em projeção astral nestes últimos meses. Eu não sa­bia como me livrar desses demônios abridores. Depois de limparmos a área externa, vamos fazer a limpeza também dentro da casa.
            Todas concordaram e foram para fora. Levou cerca de uma hora para andarem atentamente por toda a propriedade. Elas viram em di­versos lugares cera de vela negra derretida, e encontraram pequenos gravetos dispostos, como ilustrado na figura, em cada um dos quatro cantos da propriedade. Os gravetos foram removidos, os encanta­mentos quebrados e aos demônios foi ordenado que fossem embora.
            Em seguida as moças voltaram sua atenção para o interior da casa. Essa não era uma tarefa fácil, pois havia uma multidão de lugares onde objetos ocultistas poderiam ter sido escondidos. A medida em que o dia avançava, a opressão demoníaca tornava-se cada vez maior den­tro da casa. Um terrível odor de podridão repugnante de enxofre co­meçou a permear cada compartimento da casa. Os demônios fedem! É por essa razão que se acendem incensos nas livrarias ocultistas. É para disfarçar o fedor dos demônios.
            Durante a procura, as moças encontraram uma maçaneta de porta de cristal no quarto de Elaine.
            - Eu não via uma destas desde que era menina - comentou Rebecca.
            - Sei, com certeza, que nunca tivemos nada parecido com isso aqui. Que coisa estranha esta que nos deixaram!
            - Na verdade, nem tanto - disse Joyce. - Qualquer coisa feita de cristal pode ser usada para se comunicar com os demônios. Quem suspeitaria que uma maçaneta de porta poderia ser usada para isso? É por isso que os cristais são tão populares no movimento da Nova Era. Nós costumávamos chamá-los apenas de "pedras de bruxaria", antes do movimento da Nova Era popularizá-los. Este tipo de maçaneta de porta é freqüentemente colocado nas casas dos satanistas de nível su­perior. É uma espécie de símbolo de status.
            A maçaneta da porta foi destruída.
            Ao cair da noite, todas se sentiram mal, principalmente Ester.   Reuniram-se então na sala para orar. Elaine levantou-se para pegar o óleo e ungir Ester. Betty, Joyce e Rebecca puseram-se de pé para ficar em redor de Ester.
            Quando Elaine voltou da cozinha, ela foi subitamente empurrada por trás por uma força invisível e lançada de cabeça sobre as costas do sofá, gritando durante todo o tempo. Ali ela ficou, com a cabeça afundada nas almofadas e os pés chutando agitadamente no ar! Todos caíram em gargalhadas. Elaine é tão baixa que se encaixou perfeitamente no canto do sofá.
            - Ei..., parem de rir e ajudem-me a levantar!- gritou ela.
            Joyce e Betty ajudaram-na a pôr-se de pé novamente.
            - Bem, esses demônios certamente não estão satisfeitos com a nossa pequena reunião de oração - disse Rebecca, ainda rindo.
            O riso ajudou a aliviar o humor e elas começaram a sentir-se um pouco encorajadas. Depois de orarem, as moças jantaram e foram dormir. Estavam todas exaustas. Novamente a luz azul se mantinha flutuando pela casa acordando-as. Algumas vezes ela começava a piscar como uma luz estroboscópica. Ela extinguia-se quando repreendida, mas rapidamente voltava.
            Por volta de meia-noite, Ester levantou-se para ir ao banheiro. Ouviu-se se então um barulho: Crash!
            - Ei, parem com isso! - gritou ela. - Crash!
            - Ordeno que parem, em nome de Jesus!
            Betty e Rebecca correram como uma flecha para a porta, somente para descobrir que não podiam abri-la.
            - Ester, abra a porta - gritou Betty.
            A maçaneta da porta agitava-se, ruidosa.
            - Não consigo! - disse Ester. - Não está trancada, mas não consigo abri-la. Esses demônios miseráveis derrubaram-me na banheira.
            Rebecca apanhou o óleo. Somente depois de ungir a maçaneta da porta e ordenar aos demônios que fossem embora elas puderam abrir a porta. Ester tinha se machucado, mas não eram ferimentos sérios.
            De manhã, bem cedo, Joyce levantou-se para ir ao banheiro e trope­çou nalguma coisa macia que estava no caminho, no quarto de dormir.
            - Não é possível!... - exclamou ela quando acendeu a luz. A casa havia estado completamente fechada e trancada por toda a noite, mas ali, no meio do chão do quarto de dormir, estava um passarinho morto. Suas asas estavam abertas, e havia penas cuidadosamente colocadas debaixo delas, na forma de um pentagrama. Isso foi o fim do sono delas naquela noite.
            O mau cheiro na casa piorou. As moças lavaram as paredes, esfre­garam os tapetes, olharam em baixo dos móveis, desfizeram as camas, mas ainda assim não encontravam as últimas portas de entrada que os demônios estavam usando para ter tamanho livre acesso à casa.
            Tomar banho foi um verdadeiro desafio, pois os demônios reviravam a ducha do chuveiro para todo lado, espirrando a água nas paredes e no teto. A água ficava quente e fria, quente e fria. Elas tiveram que aprender a tomar banho com uma das mãos na ducha do chuveiro.
            Alguns dias depois, estavam quase em desespero. Tinham orado in­tensamente, pedindo ao Espírito Santo para mostrar-lhes o que estava faltando. Finalmente, Betty encontrou o último problema.
            - Ei, vejam o que eu encontrei! - gritou ela do quarto de Ester. Todas foram ver. O teto de todos os quartos era de reboco branco. Ali no reboco havia pequenos alfinetes, enterrados no teto, na forma de um pentagrama. Elas olharam nos outros quartos, e seguramente havia um pentagrama feito com alfinetes no teto de cada quarto. Essa foi a chave final. Quando os alfinetes foram retirados e jogados fora, e as maldições associadas a eles foram quebradas, a casa ficou final­mente limpa.
            Ao todo, foram necessárias quase duas semanas de busca para que a casa de Rebecca ficasse totalmente limpa. Elas encontraram símbo­los em óleo nos quadros que estavam emoldurados com vidro sobre­posto. Eram bem difíceis de ver, a menos que se olhasse de um ângulo em que a luz incidisse bem sobre o óleo.
            Maldições haviam sido colocadas nos espelhos para serem usados como portas de entrada para que os demônios pudessem se introduzir na casa.
            Essa parecia ser a porta de entrada principal para o demônio que se manifestava como uma  luz azul que vinha e ia embora. Depois que elas limpaam todos os espelhos, a luz azul não mais apareceu. Os espelhos são uma porta de entrada muito comum, pois bruxas iniciantes freqüentemente usam espelhos para estabelecer comunicação com o mundo espiritual.
            A casa de Rebecca ficou limpa e a paz novamente foi restaurada. Mas todo o dano causado pelos encantamentos de jaula que aquele casal trouxe a outras pessoas com quem se relacionaram, isso provavel­mente nunca será reparado neste lado da eternidade.
            Todos nós, cristãos, temos que estar alertas para esta fonte de pro­blemas, especialmente os pastores e os líderes cristãos. Nunca subes­timem a possibilidade de terem sido afetados por um encantamento de jaula. Este encantamento pode cegar-nos para que não vejamos as ações malignas de alguém, pode fazer-nos ir contra quem não nos tenha feito nada de errado, para que aceitemos como verdade toda sorte de mentiras ditas a respeito dessa pessoa.
            Se você acredita que alguém possa estar enviando-lhe um encanta­mento desse tipo, simplesmente ordene que todo e qualquer encanta­mento seja quebrado em nome de Jesus Cristo. Ordene a todos os demônios associados com tais encantamentos que saiam da sua vida e não voltem mais, em nome de Jesus. Um dano terrível está sendo realizado nas igrejas cristãs e nos relacionamentos entre as pessoas devido a esses encantamentos. Devemos estar sempre alertas e sensíveis à orientação do Espírito Santo.
            Ninguém está imune a esse tipo de ataque!