Capítulo 4
Jaulas e Maldições
Trim... Trim... Trim... Rebecca tateava no escuro quarto
do hotel, à procura do telefone. Trim...
- Estou indo, estou indo - dizia ela. Finalmente
encontrou o telefone. Do outro lado, escutou a voz de Betty.
- Desculpe incomodar, mas acho que você deve saber o que
está acontecendo.
- Que horas são? - perguntou Rebecca, procurando o
interruptor de luz.
- Bem, aqui são dez horas - foi a resposta de Betty.
Rebecca acendeu a luz e olhou para o seu relógio de pulso.
- Opa!, aqui já é uma hora da madrugada. O que está
acontecendo?
Rebecca e Elaine estavam na parte leste dos Estados
Unidos, dando palestras. Tinham se deitado havia apenas uma hora, o suficiente
para que fosse muito difícil acordar. Ambas estavam exaustas, pois estavam
chegando ao fim de uma semana exaustiva de seminários.
- Ester e eu fomos à sua casa esta noite. Estou muito
preocupada com o casal que Sara (não é este o seu nome real) está hospedando
lá.
Rebecca ainda estava um pouco confusa de sono.
- O que você quer dizer com isso? Sara sabe que quando
está cuidando da casa para nós não deve permitir que ninguém entre em casa sem
a nossa a permissão pessoal.
- Eu sei, mas acho que ela está sendo ludibriada e
controlada - explicou Betty. - Ela acha que este casal serve a Jesus Cristo. O
homem diz ser um "profeta de deus", mas eu realmente questiono a que
deus ele está servindo.
Rebecca pôs-se sentada, agora bem alerta. O que acabara
de escutar despertou toda a sua atenção.
- De onde veio esse sujeito, e há quanto tempo ele já
está lá? -perguntou.
- Bem, não sei exatamente de onde ele veio, mas já está
lá há dois dias. Ele e a esposa viajam em um trailler. Parece que Sara os
conheceu há uns dois ou três anos. Esse "profeta" diz que foi enviado
à sua casa por "deus".
- Então o que fez ele, que a levou a crer não ser ele um
verdadeiro servo de Jesus Cristo? - perguntou Rebecca.
- Várias coisas. Em primeiro lugar, a esposa dele
senta-se no sofá revirando os olhos para cima e para dentro, murmurando algo parecido
com encantamentos, agitando-se para a frente e para trás cada vez que o marido
dela está explicando algo. Tentei duas vezes falar com ela, mas ela não
respondeu. Parecia estar em alguma espécie de transe. O que mais me chamou a
atenção foi quando ele começou a nos contar que havia tido um cachorro, que
amava muito. Ele nos disse que "deus" havia lhe dito que ele amava
aquele cachorro em demasia. Então teria que sacrificá-lo, tal como Abraão teve
que sacrificar Isaque. Ele disse que levou o cachorro para fora, matou-o e
sacrificou-o! Ele também nos disse que vê o mundo espiritual o tempo todo.
Falou muito de ter visto lobisomens. Disse que vê demônios o tempo todo e que
vê os lobisomens no plano do espírito. Os cristãos não vêem no mundo espiritual
o tempo todo dessa forma. Eu nunca consegui obter uma declaração dele a
respeito de a quem ele serve. Ele sempre se esquivou de minhas perguntas
dizendo ser "um profeta de deus".
- Oh, não! - Rebecca lamentou. - Sara não achou isso
bastante estranho? Especialmente essa história de sacrificar o cachorro?!
- Não; é aí que reside o problema - foi a resposta
cautelosa de Betty. - Eu não ficaria surpresa se ela nem mesmo o tenha escutado
dizer isso. Ela parece estar totalmente controlada por aquele sujeito. Ela
pensa que tudo o que ele diz é maravilhoso. Eles intercalam um "glória a
Deus", e um "aleluia" a cada coisa que dizem. Mas posso afirmar
a você que há uma opressão demoníaca terrível em sua casa.
- O que está acontecendo?"- perguntou Elaine, que
agora havia se despertado também. Rebecca contou-lhe rapidamente o que Betty
lhe havia dito.
- Bem, nós sabemos que Sara é uma verdadeira serva de
Jesus Cristo -comentou Elaine.- Esse tal "profeta" deve tê-la posto
numa jaula.
- Opa!, espere um minuto, que negócio é esse de "pôr
numa jaula"? - perguntou Rebecca. - Você nunca me disse nada sobre isso
antes.
- Eu sei, eu sei, mas eu nunca tinha tido uma razão para
pensar nisso antes - disse Elaine.
Rebecca voltou-se para o telefone, pois Betty estava
falando de novo:
- Jack os conheceu hoje no trabalho, e também não sentiu
paz alguma com relação a eles. Não conseguiu nem mesmo fazer com que o homem
desse alguma declaração sobre a quem ele serve. Ele também disse a Jack que é
um "profeta de deus". Jack pensa que ele pode ser servo de Satanás.
- Isso traz confirmação. Alegro-me de que Jack tenha se
encontrado com esse homem - disse Rebecca pensativamente.
- Ele também dizia que "deus" dissera a ele
para não trabalhar. Isso decerto vai contra 2 Tessalonicenses 3:10 ! - disse
Betty.
- Ester está com você? - perguntou Rebecca.
- Oh, sim, eu não poderia deixá-la lá, da forma como me
sentia com relação a esse sujeito.
- Ótimo! - disse Rebecca aliviada. - Mantenha-a com você
em sua casa até voltarmos. Vou ligar a Sara para dizer-lhe que aquele casal
deve sair de casa imediatamente. Nem sei o que vai se passar em nossa casa
quando estivermos de volta.
Rebecca não tinha idéia do que teriam que enfrentar
quando voltassem para casa!
Depois de desligar o telefone, Rebecca voltou-se para
Elaine.
- Agora, fale-me mais sobre esse "encantamento de
jaulas" que você mencionou.
- É um encantamento muito poderoso que é usado comumente
pelos servos de Satanás. A pessoa é literalmente colocada numa jaula,
espiritualmente, para que não possa ver as ações erradas de alguém, ou para que
acredite nas mentiras sobre alguém. É como colocar antolhos mentais em alguém.
Sabe daqueles antolhos que se costumavam pôr nos cavalos, de forma que só
pudessem ver em uma única direção? É muito comum satanistas usarem isso contra
os cristãos, para que os cristãos não possam ver que eles não são servos
verdadeiros de Jesus Cristo. Quando alguém está "enjaulado", torna-se
fácil para o satanista colocar toda espécie de pensamentos errados na mente
dessa pessoa e ela não perceberá que os pensamentos são inconsistentes com a
Palavra de Deus. Esta é uma forma pela qual muita doutrina demoníaca torna-se
aceita em igrejas cristãs.
- Esse parece ser um encantamento muito perigoso... isto
é, para os cristãos - disse Rebecca, preocupada. - Como podemos nos proteger
de sermos aprisionados "numa jaula"?
- Não tenho certeza - disse Elaine. - Eu apenas aprendi a
usar os encantamentos, não como impedi-los. Quando eu estava na feitiçaria,
estava sempre alerta com relação a outras pessoas que tentassem influenciar-me
ou controlar-me. Eu sempre enviava um encantamento de "enjaulamento''
antes, para impedir que eles me aprisionassem numa jaula.
- Puxa, que confusão! - exclamou Rebecca.
- De fato era. A minha vida era inteiramente dominada
pelo medo. Eu tinha que estar sempre atenta porque muitas pessoas queriam derrubar-me
da minha posição. Não há paz quando se serve a Satanás!
As duas ficaram sentadas em silêncio por alguns minutos
pensando e orando. Finalmente, Rebecca falou:
- Bem, um encantamento pode ser quebrado em nome de
Jesus, mas receio que a pessoa que está aprisionada seja quem deve quebrá-lo.
Não há uma forma simples de fazer alguém que já esteja aprisionado reconhecer
que precisa quebrar tal encantamento. A pessoa não acreditará que está sob
qualquer tipo de influência demoníaca, por estar "enjaulada".
- Exatamente - disse Elaine. - Mas, quando eu estava na
feitiçaria, descobri que não podia aprisionar cristãos que se recusassem a
aceitar qualquer coisa ou qualquer pessoa pela aparência, mas que testavam
tudo por meio da Palavra de Deus. Esses eram os que não confiavam cegamente em
alguém apenas por causa do carisma da pessoa. Creio que posso dizer que eles
são como os cidadãos de Beréia, que Paulo tanto elogiou, por examinarem as
Escrituras para ver se o que Paulo pregava era verdade. Eu podia facilmente
aprisionar numa jaula os que realmente não pensavam por si mesmos e que eram
suscetíveis a seguir pessoas com muito carisma.
- Sim, - concordou Rebecca - este é precisamente um dos
maiores problemas na igreja cristã hoje. Muitas pessoas obtêm posições de
liderança simplesmente porque têm personalidades muito carismáticas que
naturalmente atraem as pessoas. Tenho muitas vezes me perguntado o quanto
desse assim chamado "carisma" não é na verdade um poder demoníaco.
Estou certa de que parte dele é natural, mas eu apostaria que muito disso pode
ser demoníaco.
- Creio que você está absolutamente certa. Um satanista
que sabe utilizar bem os seus demônios terá pessoas amontoando-se ao seu redor,
pensando que ele é a pessoa mais gentil e bondosa que conhecem. É como o mel
para as abelhas.
- Bem, as Escrituras são claras. Satanás sempre agiu por
meio do engano e sempre o fará. E assim fazem seus servos. Mas estou muito
preocupada. Vou orar regularmente contra quaisquer encantamentos de
"enjaulamento" que possam ser enviados contra mim - disse Rebecca,
deitando-se novamente.
Mais dois dias e elas estariam de volta para casa.
Rebecca ficou considerando o que elas teriam que enfrentar, quando lá
chegassem.
O "profeta" e sua esposa já tinham ido embora
quando Elaine e Rebecca chegaram em casa.
Sara também foi embora logo depois.
Betty e Ester vieram para o jantar naquela noite. A
opressão demoníaca dentro da casa era muito intensa. Rebecca e Elaine estavam
exaustas.
- Não dá! - exclamou Betty quando passou pela porta. -
Esta casa está cheia de demônios!
- Sim, eu sei - disse Rebecca lamentando. - O problema é
que estou tão cansada que não tenho forças para examinar toda a casa
minuciosamente nesta noite.
- Planejei passar esta noite com vocês - disse Betty. -
Creio que vocês estão precisando de reforços. Começarei percorrendo e ungindo
a casa enquanto vocês terminam de preparar o jantar.
Ela apanhou o frasco com óleo e começou a ungir a casa.
- Acho que apenas ungir não vai ser suficiente - disse
Ester. - Enquanto eu estava aqui, aquele "profeta" andou por toda
parte e ungiu e "abençoou" cada cômodo da casa. Ele também disse que
iria andar pela propriedade e "abençoá-la" também.
- Oh, não! Ele fez um serviço completo! - queixou-se
Rebecca. -Isso significa que vamos ter que purificar todos os lugares onde ele
possa ter colocado óleo, para remover as maldições.
Estava ficando tarde e escurecendo quando elas terminaram
o jantar. A medida que o sol se punha, a opressão demoníaca começou a aumentar
dentro da casa. Todas sentiam-se fracas, doentes e exaustas. Decidiram então
que teriam que sobreviver àquela noite e que começariam uma grande purificação
no dia seguinte, que era um sábado. Joyce estaria chegando pela manhã para
ficar com elas durante o fim de semana. Ela também ajudaria.
Todas resolveram dormir no chão da sala de estar, para
poderem estar juntas no mesmo local durante a noite, já que achavam que haveria
uma batalha. Elas mal tinham começado a adormecer quando Ester se levantou.
- Olhem - ela apontou com o dedo.
Rebecca sentou-se. Uma mancha de luz azul veio flutuando
através da porta do pátio.
- Eu repreendo você em nome de Jesus Cristo. Em nome de
Jesus eu ordeno que vá embora! Saia de minha casa imediatamente!
A luz azul extinguiu-se.
- Dá para ver que esta vai ser uma noite daquelas... -
resmungou Rebecca, deitando-se novamente.
Elas conseguiram dormir por duas horas. Então a luz azul
entrou de novo no quarto, acordando primeiro Rebecca, e então as outras. A luz
extinguiu-se tão logo Rebecca a repreendeu. O resto da noite passou, mas
ninguém dormiu bem.
Joyce chegou na manhã
seguinte. Elas sentaram-se para discutir o que deveriam fazer. Betty tomou a
palavra.
- Antes de mais nada, eu gostaria de saber mais sobre
esses encantamentos de "enjaulamento".
- Oh, eles são muito comuns na feitiçaria - disse Joyce.
- Eles são fáceis de fazer mas difíceis de quebrar. Quero dizer, é difícil
reconhecer quando você está sendo afligido por um.
Elaine apanhou uma folha de papel.
- Aqui, - disse ela- deixe-me mostrar a vocês alguns dos
símbolos que vocês devem procurar. Vocês podem encontrar um pedaço de papel
com símbolos como estes. [Ver figura 4-1.]
Capítulo 4
Jaulas e Maldições
Trim... Trim... Trim... Rebecca tateava no escuro quarto
do hotel, à procura do telefone. Trim...
- Estou indo, estou indo - dizia ela. Finalmente
encontrou o telefone. Do outro lado, escutou a voz de Betty.
- Desculpe incomodar, mas acho que você deve saber o que
está acontecendo.
- Que horas são? - perguntou Rebecca, procurando o
interruptor de luz.
- Bem, aqui são dez horas - foi a resposta de Betty.
Rebecca acendeu a luz e olhou para o seu relógio de pulso.
- Opa!, aqui já é uma hora da madrugada. O que está
acontecendo?
Rebecca e Elaine estavam na parte leste dos Estados
Unidos, dando palestras. Tinham se deitado havia apenas uma hora, o suficiente
para que fosse muito difícil acordar. Ambas estavam exaustas, pois estavam
chegando ao fim de uma semana exaustiva de seminários.
- Ester e eu fomos à sua casa esta noite. Estou muito
preocupada com o casal que Sara (não é este o seu nome real) está hospedando
lá.
Rebecca ainda estava um pouco confusa de sono.
- O que você quer dizer com isso? Sara sabe que quando
está cuidando da casa para nós não deve permitir que ninguém entre em casa sem
a nossa a permissão pessoal.
- Eu sei, mas acho que ela está sendo ludibriada e
controlada - explicou Betty. - Ela acha que este casal serve a Jesus Cristo. O
homem diz ser um "profeta de deus", mas eu realmente questiono a que
deus ele está servindo.
Rebecca pôs-se sentada, agora bem alerta. O que acabara
de escutar despertou toda a sua atenção.
- De onde veio esse sujeito, e há quanto tempo ele já
está lá? -perguntou.
- Bem, não sei exatamente de onde ele veio, mas já está
lá há dois dias. Ele e a esposa viajam em um trailler. Parece que Sara os
conheceu há uns dois ou três anos. Esse "profeta" diz que foi enviado
à sua casa por "deus".
- Então o que fez ele, que a levou a crer não ser ele um
verdadeiro servo de Jesus Cristo? - perguntou Rebecca.
- Várias coisas. Em primeiro lugar, a esposa dele
senta-se no sofá revirando os olhos para cima e para dentro, murmurando algo parecido
com encantamentos, agitando-se para a frente e para trás cada vez que o marido
dela está explicando algo. Tentei duas vezes falar com ela, mas ela não
respondeu. Parecia estar em alguma espécie de transe. O que mais me chamou a
atenção foi quando ele começou a nos contar que havia tido um cachorro, que
amava muito. Ele nos disse que "deus" havia lhe dito que ele amava
aquele cachorro em demasia. Então teria que sacrificá-lo, tal como Abraão teve
que sacrificar Isaque. Ele disse que levou o cachorro para fora, matou-o e
sacrificou-o! Ele também nos disse que vê o mundo espiritual o tempo todo.
Falou muito de ter visto lobisomens. Disse que vê demônios o tempo todo e que
vê os lobisomens no plano do espírito. Os cristãos não vêem no mundo espiritual
o tempo todo dessa forma. Eu nunca consegui obter uma declaração dele a
respeito de a quem ele serve. Ele sempre se esquivou de minhas perguntas
dizendo ser "um profeta de deus".
- Oh, não! - Rebecca lamentou. - Sara não achou isso
bastante estranho? Especialmente essa história de sacrificar o cachorro?!
- Não; é aí que reside o problema - foi a resposta
cautelosa de Betty. - Eu não ficaria surpresa se ela nem mesmo o tenha escutado
dizer isso. Ela parece estar totalmente controlada por aquele sujeito. Ela
pensa que tudo o que ele diz é maravilhoso. Eles intercalam um "glória a
Deus", e um "aleluia" a cada coisa que dizem. Mas posso afirmar
a você que há uma opressão demoníaca terrível em sua casa.
- O que está acontecendo?"- perguntou Elaine, que
agora havia se despertado também. Rebecca contou-lhe rapidamente o que Betty
lhe havia dito.
- Bem, nós sabemos que Sara é uma verdadeira serva de
Jesus Cristo -comentou Elaine.- Esse tal "profeta" deve tê-la posto
numa jaula.
- Opa!, espere um minuto, que negócio é esse de "pôr
numa jaula"? - perguntou Rebecca. - Você nunca me disse nada sobre isso
antes.
- Eu sei, eu sei, mas eu nunca tinha tido uma razão para
pensar nisso antes - disse Elaine.
Rebecca voltou-se para o telefone, pois Betty estava
falando de novo:
- Jack os conheceu hoje no trabalho, e também não sentiu
paz alguma com relação a eles. Não conseguiu nem mesmo fazer com que o homem
desse alguma declaração sobre a quem ele serve. Ele também disse a Jack que é
um "profeta de deus". Jack pensa que ele pode ser servo de Satanás.
- Isso traz confirmação. Alegro-me de que Jack tenha se
encontrado com esse homem - disse Rebecca pensativamente.
- Ele também dizia que "deus" dissera a ele
para não trabalhar. Isso decerto vai contra 2 Tessalonicenses 3:10 ! - disse
Betty.
- Ester está com você? - perguntou Rebecca.
- Oh, sim, eu não poderia deixá-la lá, da forma como me
sentia com relação a esse sujeito.
- Ótimo! - disse Rebecca aliviada. - Mantenha-a com você
em sua casa até voltarmos. Vou ligar a Sara para dizer-lhe que aquele casal
deve sair de casa imediatamente. Nem sei o que vai se passar em nossa casa
quando estivermos de volta.
Rebecca não tinha idéia do que teriam que enfrentar
quando voltassem para casa!
Depois de desligar o telefone, Rebecca voltou-se para
Elaine.
- Agora, fale-me mais sobre esse "encantamento de
jaulas" que você mencionou.
- É um encantamento muito poderoso que é usado comumente
pelos servos de Satanás. A pessoa é literalmente colocada numa jaula,
espiritualmente, para que não possa ver as ações erradas de alguém, ou para que
acredite nas mentiras sobre alguém. É como colocar antolhos mentais em alguém.
Sabe daqueles antolhos que se costumavam pôr nos cavalos, de forma que só
pudessem ver em uma única direção? É muito comum satanistas usarem isso contra
os cristãos, para que os cristãos não possam ver que eles não são servos
verdadeiros de Jesus Cristo. Quando alguém está "enjaulado", torna-se
fácil para o satanista colocar toda espécie de pensamentos errados na mente
dessa pessoa e ela não perceberá que os pensamentos são inconsistentes com a
Palavra de Deus. Esta é uma forma pela qual muita doutrina demoníaca torna-se
aceita em igrejas cristãs.
- Esse parece ser um encantamento muito perigoso... isto
é, para os cristãos - disse Rebecca, preocupada. - Como podemos nos proteger
de sermos aprisionados "numa jaula"?
- Não tenho certeza - disse Elaine. - Eu apenas aprendi a
usar os encantamentos, não como impedi-los. Quando eu estava na feitiçaria,
estava sempre alerta com relação a outras pessoas que tentassem influenciar-me
ou controlar-me. Eu sempre enviava um encantamento de "enjaulamento''
antes, para impedir que eles me aprisionassem numa jaula.
- Puxa, que confusão! - exclamou Rebecca.
- De fato era. A minha vida era inteiramente dominada
pelo medo. Eu tinha que estar sempre atenta porque muitas pessoas queriam derrubar-me
da minha posição. Não há paz quando se serve a Satanás!
As duas ficaram sentadas em silêncio por alguns minutos
pensando e orando. Finalmente, Rebecca falou:
- Bem, um encantamento pode ser quebrado em nome de
Jesus, mas receio que a pessoa que está aprisionada seja quem deve quebrá-lo.
Não há uma forma simples de fazer alguém que já esteja aprisionado reconhecer
que precisa quebrar tal encantamento. A pessoa não acreditará que está sob
qualquer tipo de influência demoníaca, por estar "enjaulada".
- Exatamente - disse Elaine. - Mas, quando eu estava na
feitiçaria, descobri que não podia aprisionar cristãos que se recusassem a
aceitar qualquer coisa ou qualquer pessoa pela aparência, mas que testavam
tudo por meio da Palavra de Deus. Esses eram os que não confiavam cegamente em
alguém apenas por causa do carisma da pessoa. Creio que posso dizer que eles
são como os cidadãos de Beréia, que Paulo tanto elogiou, por examinarem as
Escrituras para ver se o que Paulo pregava era verdade. Eu podia facilmente
aprisionar numa jaula os que realmente não pensavam por si mesmos e que eram
suscetíveis a seguir pessoas com muito carisma.
- Sim, - concordou Rebecca - este é precisamente um dos
maiores problemas na igreja cristã hoje. Muitas pessoas obtêm posições de
liderança simplesmente porque têm personalidades muito carismáticas que
naturalmente atraem as pessoas. Tenho muitas vezes me perguntado o quanto
desse assim chamado "carisma" não é na verdade um poder demoníaco.
Estou certa de que parte dele é natural, mas eu apostaria que muito disso pode
ser demoníaco.
- Creio que você está absolutamente certa. Um satanista
que sabe utilizar bem os seus demônios terá pessoas amontoando-se ao seu redor,
pensando que ele é a pessoa mais gentil e bondosa que conhecem. É como o mel
para as abelhas.
- Bem, as Escrituras são claras. Satanás sempre agiu por
meio do engano e sempre o fará. E assim fazem seus servos. Mas estou muito
preocupada. Vou orar regularmente contra quaisquer encantamentos de
"enjaulamento" que possam ser enviados contra mim - disse Rebecca,
deitando-se novamente.
Mais dois dias e elas estariam de volta para casa.
Rebecca ficou considerando o que elas teriam que enfrentar, quando lá
chegassem.
O "profeta" e sua esposa já tinham ido embora
quando Elaine e Rebecca chegaram em casa.
Sara também foi embora logo depois.
Betty e Ester vieram para o jantar naquela noite. A
opressão demoníaca dentro da casa era muito intensa. Rebecca e Elaine estavam
exaustas.
- Não dá! - exclamou Betty quando passou pela porta. -
Esta casa está cheia de demônios!
- Sim, eu sei - disse Rebecca lamentando. - O problema é
que estou tão cansada que não tenho forças para examinar toda a casa
minuciosamente nesta noite.
- Planejei passar esta noite com vocês - disse Betty. -
Creio que vocês estão precisando de reforços. Começarei percorrendo e ungindo
a casa enquanto vocês terminam de preparar o jantar.
Ela apanhou o frasco com óleo e começou a ungir a casa.
- Acho que apenas ungir não vai ser suficiente - disse
Ester. - Enquanto eu estava aqui, aquele "profeta" andou por toda
parte e ungiu e "abençoou" cada cômodo da casa. Ele também disse que
iria andar pela propriedade e "abençoá-la" também.
- Oh, não! Ele fez um serviço completo! - queixou-se
Rebecca. -Isso significa que vamos ter que purificar todos os lugares onde ele
possa ter colocado óleo, para remover as maldições.
Estava ficando tarde e escurecendo quando elas terminaram
o jantar. A medida que o sol se punha, a opressão demoníaca começou a aumentar
dentro da casa. Todas sentiam-se fracas, doentes e exaustas. Decidiram então
que teriam que sobreviver àquela noite e que começariam uma grande purificação
no dia seguinte, que era um sábado. Joyce estaria chegando pela manhã para
ficar com elas durante o fim de semana. Ela também ajudaria.
Todas resolveram dormir no chão da sala de estar, para
poderem estar juntas no mesmo local durante a noite, já que achavam que haveria
uma batalha. Elas mal tinham começado a adormecer quando Ester se levantou.
- Olhem - ela apontou com o dedo.
Rebecca sentou-se. Uma mancha de luz azul veio flutuando
através da porta do pátio.
- Eu repreendo você em nome de Jesus Cristo. Em nome de
Jesus eu ordeno que vá embora! Saia de minha casa imediatamente!
A luz azul extinguiu-se.
- Dá para ver que esta vai ser uma noite daquelas... -
resmungou Rebecca, deitando-se novamente.
Elas conseguiram dormir por duas horas. Então a luz azul
entrou de novo no quarto, acordando primeiro Rebecca, e então as outras. A luz
extinguiu-se tão logo Rebecca a repreendeu. O resto da noite passou, mas
ninguém dormiu bem.
Joyce chegou na manhã
seguinte. Elas sentaram-se para discutir o que deveriam fazer. Betty tomou a
palavra.
- Antes de mais nada, eu gostaria de saber mais sobre
esses encantamentos de "enjaulamento".
- Oh, eles são muito comuns na feitiçaria - disse Joyce.
- Eles são fáceis de fazer mas difíceis de quebrar. Quero dizer, é difícil
reconhecer quando você está sendo afligido por um.
Elaine apanhou uma folha de papel.
- Aqui, - disse ela- deixe-me mostrar a vocês alguns dos
símbolos que vocês devem procurar. Vocês podem encontrar um pedaço de papel
com símbolos como estes. [Ver figura 4-1.]
Figura 4-1 - Símbolos
comuns de encantamento de "jaulas".
- É isso mesmo - Joyce concordou. - Muitas vezes,
entretanto, os encantamentos são colocados na propriedade da pessoa. Aposto que
poderemos encontrar alguns deles na sua propriedade se procurarmos com
suficiente cuidado. Pode ser feito simplesmente com quatro palitos, galhos ou
gravetos. Eles são colocados no chão assim. Eles parecem-se com gravetos que
simplesmente caíram naturalmente no chão". [Ver figura 4-2.]
Figura 4-2 -Gravetos
utilizados em encantamentos de "jaulas".
Figura 4-3 - Linhas
Riscadas
- Correto! - exclamou Elaine. - No centro do quadrado ou
retângulo é colocado algum objeto relacionado com a pessoa, tal como cabelo, ou
botão, ou ainda algo tão pequeno como fragmentos que se soltam do tecido de uma
roupa. Eles também podem escrever o nome da pessoa ou suas iniciais no chão, em
vez de colocar um objeto ali.
Joyce concordou.
- O pedaço de papel tem que ser colocado na casa da
pessoa ou na sua propriedade para que o encantamento funcione? - perguntou
Rebecca.
- Não - disseram Elaine e Joyce a uma só voz. - Essas são
apenas coisas que se pode esperar encontrar. Se forem vistas, então se saberá
com certeza que um encantamento desse tipo foi feito.
- Devemos também procurar linhas riscadas - disse Joyce.
- O que é isso? - perguntou Rebecca.
- Para fazer linhas riscadas, é feito um encantamento
sobre uma vara que é então usada como uma vara mágica. Ela é arrastada pelo
chão, levando-a junto ao corpo. Parece como se estivesse brincando ao acaso com
a vara. Mas nos lugares onde a vara toca o chão um risco é traçado.
Olhando com bastante cuidado, algumas vezes poder-se-á
ver uma linha muito fina na terra onde a vara foi arrastada". [Ver figura
4-3].
- Quando o feiticeiro anda em torno de uma propriedade e
coloca linhas riscadas ao redor dela toda, - prosseguiu Joyce - é como se toda
a área compreendida se tornasse uma gigantesca jaula. Isso é feito pelo
feiticeiro pelas seguintes razões:
1. Para reclamar o local para si e para Satanás.
2. Para pôr demônios ao redor de todo o limite da
propriedade com o objetivo de guardá-la.
3. Para colocar demônios especiais que dão acesso à
entrada, ou "abridores", como às vezes são chamados, de forma que o
satanista possa facilmente chegar à propriedade em projeção astral. Sabe, não é
tão fácil assim ir a um lugar determinado quando se está em projeção astral.
Assim, deixando demônios específicos nos lugares aonde se quer ir, pode-se
simplesmente ir em projeção astral aonde se encontram esses demônios.
4. Colocar sentinelas específicas. Trata-se de demônios
vigias. Esses informam ao satanista sobre quem entra na propriedade, ou qualquer
coisa que acontece dentro dela.
5. E , por último, os demônios colocados ali deverão
amarrar e cegar todos os que entrarem na propriedade. Vão aprisioná-los em jaulas,
em outras palavras.
- Entendo - comentou Rebecca. - Nós, cristãos, vamos
andar pelo terreno para declará-lo santo ao Senhor, pedindo-lhe que coloque os
seus anjos ao redor do mesmo. Os satanistas fazem essencialmente a mesma coisa,
só que eles colocam demônios e reivindicam o local para si mesmos e para
Satanás.
- Sim, é exatamente isso - disse Joyce.
- Muito bem - disse Rebecca. - A primeira coisa que vamos
fazer é examinar cuidadosamente toda a área externa da propriedade, para
remover todas as maldições. Quero ter certeza quanto a ter mandado embora todos
esses demônios "abridores", para que essa gente não possa entrar em
projeção astral em nossa propriedade assim tão facilmente. Aposto que é por
isso que temos tido tantos problemas com espírito humanos em projeção astral
nestes últimos meses. Eu não sabia como me livrar desses demônios abridores.
Depois de limparmos a área externa, vamos fazer a limpeza também dentro da
casa.
Todas concordaram e foram para fora. Levou cerca de uma
hora para andarem atentamente por toda a propriedade. Elas viram em diversos
lugares cera de vela negra derretida, e encontraram pequenos gravetos
dispostos, como ilustrado na figura, em cada um dos quatro cantos da
propriedade. Os gravetos foram removidos, os encantamentos quebrados e aos
demônios foi ordenado que fossem embora.
Em seguida as moças voltaram sua atenção para o interior
da casa. Essa não era uma tarefa fácil, pois havia uma multidão de lugares onde
objetos ocultistas poderiam ter sido escondidos. A medida em que o dia
avançava, a opressão demoníaca tornava-se cada vez maior dentro da casa. Um
terrível odor de podridão repugnante de enxofre começou a permear cada
compartimento da casa. Os demônios fedem! É por essa razão que se acendem
incensos nas livrarias ocultistas. É para disfarçar o fedor dos demônios.
Durante a procura, as moças encontraram uma maçaneta de
porta de cristal no quarto de Elaine.
- Eu não via uma destas desde que era menina - comentou
Rebecca.
- Sei, com certeza, que nunca tivemos nada parecido com
isso aqui. Que coisa estranha esta que nos deixaram!
- Na verdade, nem tanto - disse Joyce. - Qualquer coisa
feita de cristal pode ser usada para se comunicar com os demônios. Quem
suspeitaria que uma maçaneta de porta poderia ser usada para isso? É por isso
que os cristais são tão populares no movimento da Nova Era. Nós costumávamos
chamá-los apenas de "pedras de bruxaria", antes do movimento da Nova
Era popularizá-los. Este tipo de maçaneta de porta é freqüentemente colocado
nas casas dos satanistas de nível superior. É uma espécie de símbolo de
status.
A maçaneta da porta foi destruída.
Ao cair da noite, todas se sentiram mal, principalmente
Ester. Reuniram-se então na sala para
orar. Elaine levantou-se para pegar o óleo e ungir Ester. Betty, Joyce e
Rebecca puseram-se de pé para ficar em redor de Ester.
Quando Elaine voltou da cozinha, ela foi subitamente
empurrada por trás por uma força invisível e lançada de cabeça sobre as costas
do sofá, gritando durante todo o tempo. Ali ela ficou, com a cabeça afundada
nas almofadas e os pés chutando agitadamente no ar! Todos caíram em
gargalhadas. Elaine é tão baixa que se encaixou perfeitamente no canto do sofá.
- Ei..., parem de rir e ajudem-me a levantar!- gritou
ela.
Joyce e Betty ajudaram-na a pôr-se de pé novamente.
- Bem, esses demônios certamente não estão satisfeitos
com a nossa pequena reunião de oração - disse Rebecca, ainda rindo.
O riso ajudou a aliviar o humor e elas começaram a
sentir-se um pouco encorajadas. Depois de orarem, as moças jantaram e foram
dormir. Estavam todas exaustas. Novamente a luz azul se mantinha flutuando pela
casa acordando-as. Algumas vezes ela começava a piscar como uma luz
estroboscópica. Ela extinguia-se quando repreendida, mas rapidamente voltava.
Por volta de meia-noite, Ester levantou-se para ir ao
banheiro. Ouviu-se se então um barulho: Crash!
- Ei, parem com isso! - gritou ela. - Crash!
- Ordeno que parem, em nome de Jesus!
Betty e Rebecca correram como uma flecha para a porta,
somente para descobrir que não podiam abri-la.
- Ester, abra a porta - gritou Betty.
A maçaneta da porta agitava-se, ruidosa.
- Não consigo! - disse Ester. - Não está trancada, mas
não consigo abri-la. Esses demônios miseráveis derrubaram-me na banheira.
Rebecca apanhou o óleo. Somente depois de ungir a
maçaneta da porta e ordenar aos demônios que fossem embora elas puderam abrir a
porta. Ester tinha se machucado, mas não eram ferimentos sérios.
De manhã, bem cedo, Joyce levantou-se para ir ao banheiro
e tropeçou nalguma coisa macia que estava no caminho, no quarto de dormir.
- Não é possível!... - exclamou ela quando acendeu a luz.
A casa havia estado completamente fechada e trancada por toda a noite, mas ali,
no meio do chão do quarto de dormir, estava um passarinho morto. Suas asas
estavam abertas, e havia penas cuidadosamente colocadas debaixo delas, na forma
de um pentagrama. Isso foi o fim do sono delas naquela noite.
O mau cheiro na casa piorou. As moças lavaram as paredes,
esfregaram os tapetes, olharam em baixo dos móveis, desfizeram as camas, mas
ainda assim não encontravam as últimas portas de entrada que os demônios
estavam usando para ter tamanho livre acesso à casa.
Tomar banho foi um verdadeiro desafio, pois os demônios
reviravam a ducha do chuveiro para todo lado, espirrando a água nas paredes e
no teto. A água ficava quente e fria, quente e fria. Elas tiveram que aprender
a tomar banho com uma das mãos na ducha do chuveiro.
Alguns dias depois, estavam quase em desespero. Tinham
orado intensamente, pedindo ao Espírito Santo para mostrar-lhes o que estava
faltando. Finalmente, Betty encontrou o último problema.
- Ei, vejam o que eu encontrei! - gritou ela do quarto de
Ester. Todas foram ver. O teto de todos os quartos era de reboco branco. Ali no
reboco havia pequenos alfinetes, enterrados no teto, na forma de um pentagrama.
Elas olharam nos outros quartos, e seguramente havia um pentagrama feito com
alfinetes no teto de cada quarto. Essa foi a chave final. Quando os alfinetes
foram retirados e jogados fora, e as maldições associadas a eles foram
quebradas, a casa ficou finalmente limpa.
Ao todo, foram necessárias quase duas semanas de busca
para que a casa de Rebecca ficasse totalmente limpa. Elas encontraram símbolos
em óleo nos quadros que estavam emoldurados com vidro sobreposto. Eram bem
difíceis de ver, a menos que se olhasse de um ângulo em que a luz incidisse bem
sobre o óleo.
Maldições haviam sido colocadas nos espelhos para serem
usados como portas de entrada para que os demônios pudessem se introduzir na
casa.
Essa parecia ser a porta de entrada principal para o
demônio que se manifestava como uma luz
azul que vinha e ia embora. Depois que elas limpaam todos os espelhos, a luz
azul não mais apareceu. Os espelhos são uma porta de entrada muito comum, pois
bruxas iniciantes freqüentemente usam espelhos para estabelecer comunicação com
o mundo espiritual.
A casa de Rebecca ficou limpa e a paz novamente foi
restaurada. Mas todo o dano causado pelos encantamentos de jaula que aquele
casal trouxe a outras pessoas com quem se relacionaram, isso provavelmente
nunca será reparado neste lado da eternidade.
Todos nós, cristãos, temos que estar alertas para esta
fonte de problemas, especialmente os pastores e os líderes cristãos. Nunca
subestimem a possibilidade de terem sido afetados por um encantamento de
jaula. Este encantamento pode cegar-nos para que não vejamos as ações malignas
de alguém, pode fazer-nos ir contra quem não nos tenha feito nada de errado,
para que aceitemos como verdade toda sorte de mentiras ditas a respeito dessa
pessoa.
Se você acredita que alguém possa estar enviando-lhe um
encantamento desse tipo, simplesmente ordene que todo e qualquer encantamento
seja quebrado em nome de Jesus Cristo. Ordene a todos os demônios associados
com tais encantamentos que saiam da sua vida e não voltem mais, em nome de
Jesus. Um dano terrível está sendo realizado nas igrejas cristãs e nos
relacionamentos entre as pessoas devido a esses encantamentos. Devemos estar
sempre alertas e sensíveis à orientação do Espírito Santo.
Ninguém está imune a esse tipo de ataque!



